sábado, 16 de abril de 2011

Aula de Cidadania: Mulheres da Rede revolucionam na Câmara Municipal

Prezad@s Companehir@s,

A Rede de Mulheres da Bahia pelo Controle Social e o Fórum Nacional de Mulheres Negras realizou no Centro Cultural da Câmara Municipal, no ultimo dia 13 de abril,  Audiência Pública para discutir Políticas Públicas para as Mulheres. Ficamos  muito orgulhosas e felizes pelo nosso trabalho, esta Audiência foi uma das primeiras a ser convocada pelo movimento social na nossa capital. Nós mulheres que compomos a Rede,  trabalharemos para que este momento seja o primeiro de muitos outros e para que através dele possamos exercer a nossa cidadania e ocupar nosso espaço na sociedade.






Participaram  da audiência  mulheres das comunidades do Lobato, Plataforma, Paripe, Periperi, Valéria,  Sussuarana, Cajazeiras, Fazenda Grande, Simões Fillho, Calafat, Calabar e Centro Histórico que através da nossas companheiras Marilene, Rosângela, Ana Alice e Rose trouxeram temas de muita importância para a discussão, expressando as nossas demandas e exigindo nossos direitos com firmeza e consciência política.


Como resultado da nossa Audiência a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher através de suas representantes Eliane Boa Morte e Célia Sacramento ficaram responsáveis por articular em parceria  com a Rede de Mulheres da Bahia, um seminário para discutir Políticas de Creches em Salvador,  contamos com o apoio da Superintendência de Políticas para Mulheres da SEPROMI representada por Valdecir  Nascimento.

Esta discussão de Políticas de Creche é um passo importante e necessário para a concretização da Autonomia Econômica de muitas mulheres negras e da periferia e é por unanimidade uma questão básica para o nosso empoderamento. A Política de Creches foi um dos principais temas  identificados em nossas oficinas como facilitador da autonomia de mulheres negras e de periferia, alguns pontos foram enfatizados, tais como: creches noturnas, a infra-estrutura e qualidade do ensino e a participação dos homens na discussão sócio-política sobre creches e a educação infantil.


A Mesa da Audiência foi composta pelas  seguintes representantes de órgãos da sociedade civil e do governo:
: 
Célia Sacramento
Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher

Valdecir  Nascimento
Superintendente de Políticas para as Mulheres da SEPROMI

Eliane Boa Morte
Gerente de Políticas Temáticas da SPM

Firmiane Venâncio
Defensora Pública da Defensoria Pública

Olivia Santana
Vereadora da Cãmara Municipal

A Rede de Mulheres é formada por mulheres das seguintes instituições da sociedade civil:
Associação Comunitária Felicidade
Associação Renascer Mulher
Creche Zélia Ribeiro
Espaço Quilombo
Fórum Nacional de Mulheres Negras
Fórum de Entidades do Subúrbio
Ginga Movimento de Mulheres do Subúrbio
GRUCON Grupo de União e Consciência Negra 
Instituto Mercado Solidário Bahiano
Fórum de Participação Popular de Plataforma

Gostaríamos de agradecer à CESE, Central Ecumênica de Serviço , que apoiou a realização desta Audiência. 


Fiquem ligad@s e faç@m parte desta revolução!

Estamos só começando!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Junte-se ao Movimento da Rede de Mulheres!!

“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, 
nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons”
Martin Luther King

Durante oficina de preparação para a Audiência Pública, onde discutimos Políticas Públicas e Controle Social a nossa companheira Valda França deixa claro o objetivo da Rede de Mulheres em seu discurso. Não conseguiremos uma mudança efetiva se andarmos sós, precisamos nos unir e cobrar pelos nossos direitos! 
 
 "Quando agente toma uma atitude e 
corre atrás o benefício virá, não tenha dúvida!"
Valda França
 

Audiência Pública: 
Políticas Públicas para as Mulheres: Que lugar ocupamos? 
Data: 13/04/2011 Quarta feira ás 18h
Local : Centro Cultural da Câmara Municipal de Salvador





sábado, 9 de abril de 2011

Resultado das Oficinas da Rede de Mulheres da Bahia e do Fórum Nacional de Mulheres Negras em Salvador!

Saudações Querid@s Companheir@s, 

Estamos vibrando com muita energia e com a esperança de mudança para nossas vidas. Tivemos a oportunidade de discutir de forma muito enriquecedora e democrática vários temas que norteiam o Plano Estadual de Políticas para Mulheres, desde a autonomia econômica ao investimento na educação inclusiva.

Nós realizamos 7 oficinas preparatórias para a Audiência Pública: Políticas Públicas para Mulheres: Que lugar Ocupamos? a ser realizada no dia 13/04 as 18h no Centro Cultural da Cãmara Municipal.


1.Escada/Subúrbio Ferroviário
2. Barroquinha
3. Sussuarara
4. Fazenda Grande
5. Massaranduba
6. Calabar
7. Cajazeiras

Temos certeza que plantamos a semente da cidadania e da união!

Convidamos a todas as mulheres e homens comprometidos com a causa da mulher negra e da periferia a comparecer a esta Audiência! 

Unid@s somos fortes, unid@s temos o PODER!

 Oficina Fazenda Grande
Principais Demandas: 
- Saúde
- Segurança
- Violência contra a Mulher
- Autonomia e Renda
 Oficina Escada/Subúrvio Ferroviário
Principais Demandas:
- Autonomia e Renda
- Creches
- Educação Pública
- Violência contra a Mulher 
- Segurança 
 Oficina Sussuarana
Principais Demandas:
- Saúde
- Autonomia e Renda
- Creches
- Segurança
- Educação de jovens
Oficina Barroquinha
Principais Demandas:
-  Emprego e Renda
- Creche
- Segurança
- Violência Doméstica

terça-feira, 29 de março de 2011

Mulher...Será que é homem? Talvez.....Só não duvido do seu PODER!

Querid@s amig@s e companheir@s,

Amanhã estaremos reunidas com a Comissão de Mulheres da Câmara Municipal para discutir a AUDIÊNCIA PÙBLICA: Políticas Públicas para as Mulheres: Que lugar ocupamos na sociedade?

Mulher


Será que é homem?
Talvez... pode ser...
O que não duvido
É do seu poder.
Porém, se não for,
Algo vai mudar.
A mente de todos
Vai-se transformar.
       Roberto Delanne

quarta-feira, 23 de março de 2011

AUDIÊNCIA PÚBLICA: Nós mulheres negras e de periferia queremos ocupar o nosso lugar na sociedade.


Prezad@s Companheir@s,


Como resultado de um trabalho feito com união e seriedade, A Rede de Mulheres da Bahia para Controle Social das Políticas Públicas agendou a Audiência Pública: Políticas Públicas para as Mulheres: Que lugar ocupamos na sociedade? com o objetivo de discutir a implementação de políticas públicas para mulheres negras e da periferia.


Como preparação para esta Audiência e com o objetivo de identificar demandas e uniformizar nossos conhecimentos sobre Políticas Públicas e Controle Social realizaremos oficinas preparatórias para a capacitação de mulheres nas comunidades periféricas de Salvador.
 
Nestas oficinas realizaremos dinâmicas para:

1. o levantamento de demandas e necessidades das mulheres e jovens
negras e da periferia;

2. a sensibilização para a necessidade de um comprometimento das
mesmas com a união do movimento de mulheres e com o exercício da
cidadania e do controle social;

3. a facilitação de conceitos sobre:
   a. Políticas Públicas e o Processo Democrático
   b. O controle social e as representações nos espaços de poder

As oficinas confirmadas são:

1. Subúrbio Ferroviário                                                                2. Calabar
Data: 28/03                                                                                     Data: 30/03
Horário: 14h                                                                                    Horário: 10h
Local: Sofia - Centro de Estudos Plataforma (Escada)                      Local a confirmar

3. Centro Histórico                                                                       4. Sussuarana
Data: 02/04                                                                                     Data: 02/04
Horário: 9h                                                                                      Horário: 14h
Local: Escola do Olodum                                                                 Local a confirmar

5. Kalafat 
Data: 09/04
Horário: 14h
Local a confirmar



A realização desta Audiência é um importante passo para uma política pública que realmente alcance as mulheres e jovens em situação de vulnerabilidade social e a mercê da violência, da doença e da pobreza nas periferias de Salvador. A participação e o compromisso de tod@s é um precedente para a identificação de necessidades coletivas, o planejamento de resoluções e alocação de recursos para execução destas resoluções.

Na força da nossa união e do nosso desejo, temos o poder de influenciar estas resoluções, transformar a nossa realidade e mudar o destino de muitas crianças, jovens, mulheres e homens! Podemos ser 15, 25 ou 35  mulheres nesta Audiência exigindo nosso lugar de autonomia, dignidade e prosperidade, mas queremos e vamos ser mais de 150! Como diz o ditado “A união faz a força” e unidas podemos tudo, só depende de nós!

Divulguem nossa agenda, junte-se a nós e mobilizem mais mulheres para participar das oficinas.


Para confirmação do local e horário das oficinas em cada comunidade entre em contato pelo e-mail:
grupo-da-rede-de-mulheres@googlegroups.com

terça-feira, 15 de março de 2011

"Miséria tem COR e GÊNERO": Palavras da Ministra de Políticas para as Mulheres

A pobreza e a miséria é negra e feminina. Até quando?!?!?

A Ministra de Políticas para as Mulheres Iriny Lopes resume de forma bem clara a necessidade urgente do governo e sociedade civil em investir esforços para a implementação e monitoramento de políticas públicas para as mulheres e principalmente as mulheres negras e de periferia, ou de favelas.

Confira no texto abaixo!

Fonte: http://www.sepm.gov.br/ministro/artigos


Miséria e desigualdade de gênero
Correio Braziliense - 08/03/2011

As desigualdades de gênero, a despeito dos avanços dos últimos anos, ainda estão presentes e se colocam como desafio e motivação na elaboração de políticas públicas. A miséria que atinge 8,9 milhões de pessoas é formada, em sua maioria, por mulheres negras e seus filhos e filhas. A alteração desse quadro não se dá por decreto. O Estado cumpre sua função, quando estabelece políticas públicas em todas as áreas e trabalha com a institucionalização da transversalidade de gênero, raça, etnia e as distintas formas de discriminação na sua ação de governo. Para além das políticas públicas, é preciso mudar uma cultura que tradicionalmente coloca a mulher em posição de submissão aos homens.

Enfrentar a desigualdade de gênero passa por erradicar a pobreza e a miséria, objeto central do governo da presidenta Dilma. Com isso, está colocado para a SPM a tarefa estratégica de intensificar e ampliar a cobertura das suas ações e a articulação com todos os entes federados e a sociedade, na perspectiva de contemplar as mulheres nas políticas públicas, especialmente na promoção de sua autonomia econômica e política.

Isso demanda não só uma ação de Estado, mas requer também um processo de diálogo e sensibilização de todas as esferas de governo para dar concretude às políticas para as mulheres e que signifique uma mudança não só da “situação de pobreza”, mas, também, uma mudança cultural, de valores na perspectiva de uma sociedade com igualdade e sem discriminação, reconhecendo as mulheres como protagonistas dessa construção e não como parte submissa dela.

A Secretaria de Políticas para as mulheres traçou eixos prioritários para atuar nas frentes de erradicação da pobreza e miséria, com ênfase na promoção da autonomia econômica e política, como a ampliação do acesso ao mercado de trabalho, com capacitação e formação profissional; a formalização do trabalho, especialmente o das empregadas domésticas; a criação de linhas de créditos específicas e o incentivo a cooperativas, associações, pequenas e microempresas de mulheres; o aumento da estrutura social de apoio às mulheres para que possam permanecer no mercado de trabalho, especialmente em regiões com concentração de população vulnerável.

O governo federal estabeleceu ser necessário criar e reformar 6 mil creches, sendo 2.100 somente neste ano, selecionando os locais mais carentes. mulheres sem retaguarda acabam recorrendo a empregos informais ou menos valorizados.

Na saúde, a meta é de reformulação do Programa de Saúde da mulher (Paism), ampliação expressiva de diagnóstico e tratamento do câncer de mama e de colo uterino, além da redução da mortalidade maternoinfantil.
 
Outra frente que não terá trégua é o enfrentamento à violência contra as mulheres e, nesse sentido, a defesa da Lei Maria da Penha é fundamental, pois é um instrumento reconhecido internacionalmente como eficaz para erradicar a violência doméstica.

O Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, publicado em 2008 pelo Ipea, joga luz sobre vários aspectos, dentre eles a expectativa de vida: em 2006, enquanto 9,3% das mulheres negras tinham 60 anos ou mais de idade, entre as brancas essa proporção era de 12,5%. Nos homens, os percentuais vão de 7,8% (negros) e 10,6% (brancos). A avaliação do instituto foi de que “essa constitui, portanto, uma das mais perversas facetas das desigualdades raciais existentes em nosso país, pois as únicas justificativas para essas diferenças residem nas piores condições de vida a que negros e negras são submetidos”.

Embora o Brasil tenha avançado neste aspecto, reduzindo em 16% a população de favelas (dados da ONU, divulgado em 2010), sabemos que a maioria é formada por negros e negras, e que são as mulheres que chefiam boa parcela desses domicílios.

Portanto, miséria tem cor e gênero, atingindo mais a população negra e prioritariamente as mulheres. Dessa forma, erradicar a miséria no Brasil significa, necessariamente, acabar com a diferença entre homens e mulheres. O primeiro passo dado pelo governo foi o reajuste de 45% no Bolsa Família de beneficiários com filhos até 15 anos (o aumento médio ficou em 19,4%). Vale lembrar que 93% dos usuários do cartão Bolsa Família são mulheres.

Finalmente, a presença igualitária das mulheres nos espaços de poder é um pressuposto para a democracia. Mesmo sendo quase 52% da população, a representatividade nos Executivos e nos Legislativos não ultrapassa os 10% e no Judiciário bate 15%. As mulheres estão mudando a sua história, e levarão o país a mudar com elas.

Iriny Lopes
Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres


domingo, 13 de março de 2011

Pobreza e violência: A Rede de Mulheres identificou 4 passos para combatê-las. Queremos saber os seus!!

Querid@s companheir@s,

Nós mulheres da Rede de Mulheres para o Controle Social das Políticas Públicas,  nos reunimos para discutir os passos estratégicos para o monitoramento das políticas públicas em benefício das mulheres negras e da periferia do estado da Bahia.

Nós tivemos uma conversa franca e honesta sobre o propósito do nosso movimento. Discutimos qual seria o papel de mais uma Rede que se forma para discutir os problemas que afetam as mulheres negras e da periferia e de como poderíamos contribuir para uma mudança real.

Algumas de nós, já há algum tempo nesta militância, sentimos que avançamos muito na elaboração dos planos e políticas públicas, porém estamos muito aquém de realmente executar o que se está no papel, sentimos que estamos paradas, pois, após tantos anos de discussões, seminários, congressos e documentos, ainda não vivenciamos uma mudança real na vida das mulheres pobres de periferia que realmente necessitam de uma política social efetiva.

Após um longo diálogo sobre o que já foi feito e o que se precisa fazer, conseguimos identificar quatro passos que achamos são cruciais para a real implementação das políticas públicas existentes:  

1. Precisamos aceitar a importância da política em nossas vidas, exercer a nossa cidadania e reconhecer todo o poder político de uma sociedade unida em prol do coletivo.  

2. Precisamos participar e monitorar o trabalho dos nossos representantes, afinal, somos nós as maiores interessadas em saber como e de que forma os funcionários eleitos por nós, para governar nosso país estão gerenciando nosso dinheiro e nossas riquezas.

3. Precisamos comunicar, claramente e constantemente, aos nossos representantes as nossas necessidades e demandas, afinal, foi para atender às nossas necessidades que eles foram eleitos.

4. Precisamos de união para que possamos em uma só voz ecoar a voz firme e confiante da cidadania feminina e negra.

As palavras nunca conseguirão expressar e representar o poder de um povo unido em favor de uma causa comum. Certa vez um grande ativista negro fez o seguinte comentário “o poder de um povo unido tem um efeito maior do que o de uma bomba atômica”.  Nesta ocasião a bomba atômica a qual Dr. Carlos Moore se referia era a união do povo excluído, em favelas e periferias, da participação social e política do Brasil. 

Daí vem a pergunta– Como nos unir de verdade embora já estejamos juntos em um mesmo movimento a favor de melhores condições de vida de um todo coletivo de pessoas que vivem em favelas e nas periferias?

Será que nós ,povos colonizados de forma separatista herdamos algum tipo de desunião cultural?

Esta pode ser a opinião de algumas pessoas, mas o fato é que há muito não somos povos colonizados e há muito tempo já falamos a mesma língua. Já avançamos muito e precisamos superar qualquer diferença em prol do bem estar comum do nosso povo.

A Rede é de todas nós, somos todas gerentes deste movimento, sugiram mudanças, participem do nosso blog, comuniquem a existência de outras Redes e movimentos, critiquem construtivamente, tragam as suas idéias e inquietações e juntem-se a nós.

Esta é mais uma oportunidade, das que já tivemos e de muitas que certamente virão, de mostrar que estamos ativas, atuantes, unidas e articuladas! 

Um grande abraço a tod@s e uma ótima semana!! 

terça-feira, 8 de março de 2011

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER !


A todas as mulheres amorosas, atuantes, brilhantes, honestas, deslumbrantes e articuladoras um dia muito especial!

Que neste ano e nos muitos anos que virão, nós mulheres alcancemos uma vida com mais dignidade, educação, saúde, união e sucesso.

No mesmo ano que elegemos uma mulher como presidenta, o Dia Internacional da Mulher cai na data mais festiva do ano, O Carnaval, para nós mulheres este é um sinal dos deuses e deusas de que neste ano nós mulheres alcançaremos inúmeras conquistas. 


Vamos todos juntos, homens e mulheres, lutar por nossos direitos, ocupar espaços públicos e de poder, influenciar mudanças efetivas, acabar com o machismo, a violência e a discriminação. Somente com a nossa participação e contribuição o nosso Brasil irá tornar-se uma país verdadeiramente democrático e de todas as pessoas, mulheres, homens e crianças.



VIVA A TODAS AS MULHERES BRASILEIRAS E A TODAS AS MULHERES DO MUNDO!!    

domingo, 27 de fevereiro de 2011

TODO PODER EMANA DO POVO

Mas o povo não exerce o seu poder! 




A CONSTITUIÇÃO FEDERAL 


PREÂMBULO

        Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

TÍTULO I
Dos Princípios Fundamentais

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:


I - a soberania;
II - a cidadania;
III - a dignidade da pessoa humana;
IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
V - o pluralismo político.


Parágrafo único. Todo poder EMANA DO POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos OU DIRETAMENTE, nos termos desta Constituição.

É fato que o Brasil jamais poderá se intitular um país democrático, enquanto qualquer segmento da população estiver excluída do exercício do poder. 


É fato que o povo precisa 
reconhecer-se dono do poder.


Nosso poder está na participação ativa, na discussão, no monitoramento das ações dos nossos representantes, no exercício da cidadania, no nosso poder de decisão, no nosso VOTO. Porém acima de tudo o nosso poder esta na UNIÃO, sem união não existe força, não existe luta e não existe VITÓRIA! 

Precisamos colocar as diferenças de lado, compartilhar nossos problemas e necessidades, e juntos buscar por soluções coletivas para a pobreza e a desigualdade. 

Precisamos participar dos grupos, das atividades, reuniões, audiências  em nossas cidades, exercer a nossa cidadania e fazer a diferença! 

Querer é poder, se queremos NÓS PODEMOS!!! 

“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons” 
Martin Luther King

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mais política e mais poder para as mulheres da Bahia!

Finalmente, o Governador Wagner anunciou a criação da Secretaria de Mulheres que se desvincula da SEPROMI (Secretaria de promoção da Igualdade) e passar atuar com vistas a atender às demandas e necessidades das mulheres da Bahia. Esta iniciativa será importante para a execução do projeto político voltado para garantir o direito da mulher de ter uma vida digna e com autonomia, ao mesmo tempo que combate à discriminação de gênero, cor, opção sexual e à violência contra a mulher.



Nós mulheres da Rede queremos participar, contribuir e monitorar a implementação de políticas de autonomia econômica, de educação e saúde, e de inclusão nos espaços de poder e decisão que beneficiarão principalmente as mulheres negras e da periferia.


Estaremos unidas e participantes para fazer com que o Plano Estadual de Políticas para as Mulheres saia do papel e passe a fazer parte da vida de cada mulher bahiana.

Boa Sorte à nova Secretária e que todos os deuses abençoe o seu trabalho.
Muito Axé!! 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Mulheres Negras e da Periferia de Olho na Política

Qual será o resultado da articulação, mistério ou qualquer outro nome que possa ser dado ao modo como a Política Racial e de Gênero vêm sendo tratada pelo Governo Estadual da Bahia?

A política racial, dada a sua magnitude e complexidade, tornou-se um desafio devido aos limites impostos pela estrutura da Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade. Desta forma, apesar de ter desenvolvido um trabalho com uma visibilidade nunca antes observada aqui na Bahia, a política racial teve pouca expressão no estado e precisa de um maior investimento e seqüência para que não se perca tudo o que já foi construído com o dinheiro público.

Com relação à política para as mulheres, a Bahia teve um avanço mais significativo, não querendo dizer com isso que tudo está adequado e perfeito, mas é publico e notório que avançamos, sobretudo na direção do interior do estado onde a discussão tinha pouca penetração. Nos dias de hoje os municípios se mobilizam em torno da questão da política para as mulheres realizando diversas atividades o ano inteiro. Será que este avanço vai parar?

Nós mulheres estamos estupefatas, inquietas e indignadas com o tratamento dado às duas questões. Será que a demora para se definir o destino da SEPROMI é devido à análise profunda da questão que resultará em uma ampliação das duas políticas ou é coisa de mulher e de negro sendo tratada pelo atual governo como assunto de pouca importância?

A presente situação urge solução e unidade dos representantes da população negra que estão presentes na discussão sobre o futuro desta Secretaria e precisam compartilhar claramente que decisões estão sendo discutidas; como também urge a participação da população negra ausente da discussão do alto escalão e dos espaços de poder.  

Sem mais, queremos esclarecer que somos um grupo de mulheres negras e de periferia, cansadas de ver as nossas questões serem tratadas como assunto de menor importância. Nós torcemos pelo sucesso do governo, e estamos cientes e atentas a este processo democrático buscando exercer o controle social das políticas que interferem nas nossas vidas e na vida dos nossos filhos e filhas.

Enfim vamos aguardar que a questão se resolva em prol do respeito e da vida da população negra e das mulheres deste estado. 

Odara Limagê
    

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Violência Sócio-Política? 30 de Janeiro foi o Dia da Não-Violência!!


De modo suave, você pode sacudir o mundo.
Mahatma Gandhi


A ONU proclamou o dia 30 de janeiro como o dia da não-violência em homenagem a Mohandas K. Gandhi cujo assassinato ocorreu nessa data, em1948. Esta homenagem é uma iniciativa que tem como objetivo dar maior visibilidade a educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos.

A violência se materializa de diversas formas, ela pode ser física ou psicológia, infantil ou doméstica, urbana ou moral. A violência também pode materializar-se em formas organizadas como o crime organizado, a guerra ou o terrorismo. Além disso, a violência incorpora a dimensão institucional ao materializar-se em violência interpessoal e violência social, que compreende ações de humilhação, discriminação, violação de direitos e omissão.

Por exemplo, quando crianças pobres, negras, brancas e indígenas são forçadas a prostituir-se elas estão  sendo vítimas de uma violência física e sexual, mas primeiramentes são vítimas de uma violência sócio-política através da omisão política da sociedade e da violação de seus direitos básicos à alimentação, saúde e educação pelo Estado.

Desta forma, quando nos omitimos e aceitamos a violência social como um elemento natural do processo de socialização, estamos deixando de tratar essas meninas como sujeitos de direitos para serem coisas destituídas de humanidade e passíveis de todo tipo de violência.

Como podemos combater a Violência Sócio-Política?

O Estado cada vez mais nos exclui da condição de cidadãos e verdadeiros gestores dos serviços e instituições públicas. Cada um de nós além de termos o direito de usufruir de um serviço público eficiente temos todo o direito de influenciar o seu controle e funcionamento. Não podemos aceitar ser tratados somente como clientes e beneficiários quando por direito somos também agentes gestores desses serviços.

Assim, ao negar este lugar de clientela e passarmos a gestores, nos tornaremos verdadeiros agentes da cidadania, aprimorando a nossa participação direta na definição do orçamento de Políticas Públicas e no monitoramento da execução dessas políticas através dos Conselhos e Conferências deixando de aceitar passivamente a violência sócio-política e nos tornando agentes pacificadores sociais.   

Atualmente vivemos em uma sociedade onde existe uma carência de princípios humanitários e solidários. Pessoas mais pobres, idosos, crianças e mulheres, tornam-se muito vulneráveis e vivem em um ambiente que se caracteriza pela violência social gratuita. São muito frequentes os crimes banais, passionais, as discrimições raciais e socias, e as ações criminosas que são praticadas de forma quase que institucional contra estes grupos sociais.

Enquanto não nos tornamos agentes de cidadania, continuaremos omissos à ação violenta do Estado contra as categorais sociais mais vulneráveis, seremos protagonistas dos crimes de colarinho branco, e continuaremos de forma consciente ou não, a criar crianças e adolescentes socialmente violentos. Vivemos um ciclo de omissão política e violência social que só mudará através da massiva participação e controle social.   

Precisamos da unificação da sociedade civil e de um projeto de futuro capaz de mobilizar desde as gerações mais jovens ás gerações mais maduras. Precisamos de projetos eficazes para educar crianças, afastar os jovens da deliquência juvenil e das drogas, empoderar economicamente adultos e promover a valorizaçao da família e dos direitos coletivos.

Temos que nos inspirar em Gandhi e acreditar no nosso potencial de união social e mudança pacificadora para uma sociedade mais saúdavel, sustentável e não-violenta.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Na Bahia de todos nós que vai seguir mudando, as MULHERES ESTÃO AUSENTES.

"As mulheres representam 53% da população votante deste Estado, mas não somos representadas neste Governo, hoje o Governador divulgou os nomes de 15 Secretários, e apenas uma Secretaria será comandada por uma mulher. " Rose Rozendo
O governo Jaques Wagner, com as suas peculiaridades, está repetindo o mesmo formato do mandato anterior ao excluir mulheres dos cargos de primeiro escalão. Até o momento temos apenas a Secretaria da Casa Civil com Eva Maria Dal Chiavon, e a sinalização de uma outra Secretaria, que segundo alguns comentários, teria que ser gerida preferencialmente por um perfil - “mulher e negra”. Esta mesma Secretaria (Sepromi) carece de estrutura física e administrativa, com um orçamento que não atende às demandas das suas atividades, logicamente quem assumir terá dificuldade em cumprir o seu papel mesmo que faça um esforço hercúleo, a exemplo do que aconteceu nos últimos 4 anos.
Ironicamente a Secretaria mencionada acima com pouca infra-estrutura e orçamento escasso está sendo disputada por dois parlamentares negros, que estão numa queda de braço para ver quem vence. Mas vencer o que? As grandes secretarias já foram entregues para seus destinatários. Ou serão donatários?   
O discurso do governo é de representar as minorias e governar para todos, mas esta não é a realidade dos fatos citados acima. Numa sociedade ainda tão desigual para mulheres, negros, indígenas e outras minorias, esta disputa evidencia as desigualdades raciais e de gênero dentro das instituições governamentais. Ou será que o racismo e o sexismo mudaram de roupa, fizeram uma nova maquiagem, mas continuam atuando de modo perverso e impiedoso?  
O que será que isso significa? Qual o motivo que leva a essa atitude?
Será que estamos vivenciando no presente fatos da história quando em diversas situações as pessoas negras e também as mulheres eram submetidas a tarefas sobre-humanas acreditando na sua força e na sua vontade de vencer as desigualdades e proteger seus filhos.
A presidenta Dilma, pelo mesmo cumpriu cota colocou 9 mulheres (30%) como ministras. Aqui na Bahia, nós queremos mais, queremos ir além das cotas, queremos paridade para continuar votando e atuando de modo igual, nesta terra em que todo mundo é de Oxum.
Mulheres baianas precisamos no unir e mudar de atitude, caso contrário serviremos apenas para os discursos de combate à pobreza e enfrentamento da violência e na hora do pensar as cabeças pensantes serão sempre masculinas e brancas? Ou melhor, cheias de cabelos brancos e nós cumpriremos apenas tarefas nos governos republicanos e democráticos deste nosso maravilhoso pais.
Odara Limagojê   


Fonte foto: Provision Training

domingo, 16 de janeiro de 2011

BLOGHOMENAGEM!

Mulher, heroína, negra!!!   
A Mulher simples do povo que está preparada. Chega e decide!
MARIA FELIPA DE OLIVEIRA 1822
A mulher que se acalenta, e esta em todo sonhar.
Negra alta e corpulenta, mandava e faziam acatar.
A nossa Leoa Guerreira, na Independência atuante.
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.

Em cada batalha ajudou, a vencer o dragão da tirania
Em tudo ela se superou, a Maria doze Homens se sabia.
Morava na Rua da Gameleira, era um anjo caminhante.
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.

Somava toda beleza com arte, unia patriotismo e amor
Terra Itaparica um baluarte pra defenderem Salvador.
Cada refrega derradeira, todo momento era palpitante,
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.

Arrojada ia na frente, a independência e a liberdade.
Confiava em sua gente, era guerrilheira de verdade.
Trabalhadora Marisqueira, uma linda Rosa vicejante.
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.

É tema de prosa e poesia, é heroina em tanta canção
É exemplo de cidadania, é a mulher valorosa em ação
Na paz era hospitaleira, da satisfação impressionante
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.

Fazia tudo pra organizar, e nenhuma falta ser sentida.
Sabia que podia tombar, preparava pra ser substituída.
Mulher grande bandeira, que cada um seguia radiante.
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.

Desprendidas e preparadas, patriotas nas intenções.
Com 40 mulheres sagradas, queimaram 42 embarcações
Invencível e sobranceira, Rosa Palmeiráo santificante.
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.

Ajudou na Independência, contribuiu pra essa Nação.
Sempre será referência, pois vive em cada um coração.
Amedrontava era Feiticeira, ou carinhosa era cativante.
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.

Azuir Filho e Turmas: do Social da Unicamp e, de Amigos:
de Rocha Miranda, Rio, RJ e, de Mosqueiro, Belém, PA.

Poesia de Homenagem a Maria Felipa de Oliveira, maravilhosa Mulher baiana que em Itaparica organizou a resistência e impediu que a marinha Portuguesa inflUísse decisivamente para o lado dos dominadores nas guerras da Independência.  Maria Felipa é um verdadeiro mito, mulher bela e portentosa fisicamente, Capoeirista e sem medo. Uma Heroina que orgulha os Baianos e a todos os Brasileiros, Maria Felipa é estudada nas Faculdades e Universidades. Mulher Radiosa que merece uma estátua por sua honra.
Maria Felipa de Oliveira, em Itaparica Comandante.


Fonte: OVERMUNDO

sábado, 15 de janeiro de 2011

Nossa União é Oficial!


Com a benção de todos os deuses e sob a proteção de nossos ancestrais nós mulheres dos movimentos de mulheres negras e de mulheres da periferia oficializamos a nossa união em uma só REDE DE MULHERES para realizar ações efetivas de fortalecimento do controle social das políticas públicas. Discutimos assuntos crucias para o benefício de mulheres em situação de vulnerabilidade social. A nossa discussão norteou-se na execução do Plano Estadual de Políticas para as Mulheres, no papel do Estado, da iniciativa privada, e do movimento social organizado no planejamento e principalmente na implementação de 
políticas públicas.

Definimos estratégias de:
- mobilização, participação e empoderamento de mulheres;
- fortalecimento do controle social;
- sustentabilidade das políticas públicas;
- garantia da autonomia do movimento social.

Definimos ações para:
- Agregar mulheres através de encontros e discussões nos bairros; 
- Fazer um levantamento de nossas necessidades; 
- Buscar informações para nosso empoderamento político e social;
- Ocupar espaços de poder e exercer a nossa cidadania.

Nos encontraremos em caratér ordinário nas seguintes datas:
- 19/02/2011           - 19/03/2011
- 16/04/2011           - 21/05/2011
- 18/06/2011

Somos mulheres da sociedade civil e representntes das seguintes organizações:
Associação Renascer Mulher
Associação Comunitária Felicidade
Creche Zélia Ribeiro
Espaço Quilombo
Fórum Nacional de Mulheres Negras
GRUCON Grupo de União e Consciência Negra 
Instituto Mercado Solídário Bahiano



Fique ligad@ e faça parte deste movimento!




segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Oxalá, e Todas as Deusas do Universo abençõe as Mulheres

Salve, Salve Luiza Bairros! 
Hoje, temos certeza que nós mulheres negras podemos ir aonde quisermos, na certeza que “não paramos nunca”, chegamos a um Ministério na estrutura administrativa do Governo Federal e isso não foi um presente ou uma concessão, foi fruto de uma luta com muitas renúncias e dedicação.
Lelia Gonzalez, uma ativista negra que muito contribuiu para o empoderamento da mulher negra nos diz:

"O importante é procurar estar atento aos processos que estão ocorrendo dentro dessa sociedade, não só em relação ao negro, ou em relação à mulher.  Você tem que estar atento a esse processo global e atuar no interior dele para poder efetivamente desenvolver estratégias de luta.  ... só na prática é que se vai percebendo e construindo a identidade, porque o que está colocado em questão, também, é justamente uma identidade a ser construída, reconstruída, desconstruída, num processo dialético realmente muito rico."

Estamos atentas ao movimento global e podemos hoje através de Luiza Bairros atuar no interior de uma estrutura com objetivo de abrir e manter portas abertas para outras mulheres negras estar em espaços de decisão há muito tempo fechados hermeticamente. Neste momento da história contemporânea do Brasil nós mulheres negras podemos sim, estar presente e contribuir para uma sociedade melhor, através de ações participativas que com certeza acontecerão. 

Não iremos aguardar que bons tempos cheguem, nós vamos contribuir para que isso ocorra, com apoio ao trabalho da Ministra Luiza Bairros, com sugestões e participação efetiva, neste momento tão grandioso para todas nós.

A você Luiza, enviamos toda nossa energia, pois sabemos do compromisso que tem com a causa racial e de gênero, na certeza que seu sucesso será o sucesso de todas nós.

Confira video do discurso de posse de Luiza Bairros! 

Visite o site da SEPPIR! Vamos participar e ajudar na construção de um país mais igualitário! 


      

domingo, 2 de janeiro de 2011

A primeira Presidenta do Brasil!




Estamos vivendo um momento histórico no Brasil em 2011! Pela primeira vez nós brasileiros elegemos uma mulher para governar o Brasil. Considerando que as mulheres no Brasil só tiveram o direito de votar respeitado em 1928, temos sim e com muito orgulho, que celebrar esta data histórica.

Será este o sinal de que nós estamos no caminho da evolução da igualdade como pessoas? Alguns dirão que ainda não, ou que estamos evoluindo a passos bem lentos. Eu prefiro acreditar que decidirmos dar um passo largo a caminho da evolução e do desenvolvimento.

Eu prefiro acreditar que a grande maioria dos brasileiros votaram por que queriam ver uma mulher presidente do Brasil. Eu prefiro acreditar que o que pesou mais na nossa decisão foi o fato de elegermos uma mulher e não somente uma canditada apontada pelo fenômeno que se tornou o Sr. Luís Inácio LULA da Silva.

Eu prefiro acreditar que queremos ver a força, a sensibilidade, a coerência e a competência feminina guiar-nos a caminho da tão sonhada prosperidade brasileira. Eu prefiro acreditar que um dia teremos um candidato ou candidata negra governando o Brasil. Este sim será não só o sinal mas a constatação de que nós brasileiros estamos evoluindo como pessoas. 

Brasil! Feliz Governança Feminina!  


sábado, 1 de janeiro de 2011

Rede de Mulheres!


É com grande disposição e a esperança de contribuir para um Brasil melhor para tod@s que inciamos nosso BLOGATIVISMO neste ano de 2011! Um ano que está prometendo muitas coisas boas para nós mulheres, mães, filhas, tias, avós, ativistas, e educadoras da vida. Este ano de 2011 promete ser um ano com muita prosperidade para todos os cidadãos brasileiros. 

Gostaríamos de registrar aqui o nosso compromisso com a causa social em informar e advogar a favor do desenvolvimento e empoderamento social de mulheres em situação de vulnerabilidade social. Neste processo de empoderamento nossa missâo é informar e fortalecer todas as mulheres mais vulneráveis mas principalmente aquelas mulheres em situação de pobreza e pobreza extrema, de maioria negra, que residem nas periferias de Salvador para que estas também  possam usufruir do momento de desenvolvimento e prosperidade do nosso país. 

Esperamos que a tolerância, o entendimento, a união e o respeito ao proxímo prevaleça e possamos construir uma sociedade saudável com a participação de todos e onde todos se beneficiem das riquezas materiais e espirituais que o universo coloca ao nosso dispor.

Na busca de uma sociedade saudável e uma transformação social efetiva o principal é nos unir de fato, desatar nós, e costurar idéias. Com a participação de cada uma de nós, com personalidades, habilidades e ideiás diferentes podemos costurar uma Rede de Mulheres fortes, unidas e solidárias umas com as outras.  


Nossa missão é  fortalecer o controle social das políticas públicas, sensibilizar pessoas em relação as causas sociais, ajudá-las a fazer a diferença na vida de mulheres, promover a união, constituir parcerias, incrementar a participação social e principalmente alcançar nosso principal objetivo de informar e possibilitar o empoderamento de jovens e mulheres nas esferas psicossocial, educacional, sócio-econômica e política.

Aqui publicaremos informações, notícias, discussões e entrevistas com o objetivo de  dar visibilidade ao nosso movimento, mobilizar outras mulheres, promover a união, constituir parcerias, fortalecer a participação e o controle social e principalmente alcançar nosso principal objetivo de empoderar jovens e mulheres em vulnerabilidade social nas esferas psicossocial, educacional, sócio-econômica e política.

Desejamos a todos vocês companheir@s um FELIZ 2011!