quarta-feira, 20 de junho de 2012

Carta de Manifestação da Rede de Mulheres sobre a situação da Educação Pública e a Greve dos Professores na Bahia


A REDE DE MULHERES PELO FORTALECIMENTO DO CONTROLE SOCIAL - BAHIA em sua reunião do dia 16 de junho de 2012 decide manifestar publicamente a indignação das mulheres do subúrbio e periferia da cidade de Salvador com o prolongamento da greve dos professores que já dura mais de 60 dias. Nós queremos também expressar a nossa insatisfação com a posição do governo em não discutir amplamente e de modo transparente a questão dos recursos do FUNDEB. Afinal, existe a lei  11.738/2008 do Piso Nacional do Magistério a ser cumprida e se faz necessário dizer claramente a sociedade civil o que acontece com os recursos, se estes recursos  são insuficientes para atender as reivindicações justa dos professores é preciso apresentar números de modo que a sociedade entenda.

O poder público representa o povo e o povo quer transparência com os recursos públicos de modo que a Educação seja prioridade em ação e não em discurso. Sabemos que nossos jovens estão extremamente prejudicados, mas entendemos também que o prejuízo já está instalado há algum tempo com o modo como o orçamento público é utilizado e as políticas públicas são implementadas, sem um diálogo e transparência real com a sociedade.

Para superar a desigualdade instalada no nosso estado é preciso uma ação conjunta do poder público, do governo que nos representa, dos professores e a sociedade, assim Sr. Governador queremos solução e não quebra de braço política, pois os prejuízos causados tem endereço certo e consequências desastrosas para uma cidade onde os jovens da periferia, fazem parte de estatísticas deprimentes.

Assinam esta Petição Pública as organizações da rede e todas as pessoas que exigem solução para este impasse.


3 comentários:

  1. Cara companheiras, estou plenamente de acordo com a posição do Grupo em relação à Manifestação.
    Abraços cordiais

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  2. Obrigada Companheira!! Vamos usar as ferrementas dísponiveis para expressar a nossa insatisfação! Não podemos permanecer caladas! Abraços cordiais!

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  3. MENINAS VEJAM QUE ABSURDO:

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1095016-em-israel-manifestantes-pedem-expulsao-de-africanos.shtml


    "O Talmud formou a Nação Judia depois da Diáspora, moldou-lhe a alma, criou a raça" (Bernard Lazare, autor judeu, na sua obra L'Antisèmitisme, Ed. Jean Prés, Paris, 1934).



    É preciso ler e estudar o Talmud e os Os Protocolos dos Sábios de Sião para compreender o Sionismo Internacional e seu efeito maléfico sobre os outros povos, o orgulho com que os judeus se consideram os donos do mundo e o poder que possuem para controlar as finanças e os meios de comunicação a nível mundial. Reverenciando apenas o bezerro de ouro, conservam através de vários milênios a sua unidade e identidade racial, política, religiosa e nacional, fazendo-os imaginarem-se seres superiores, eleitos de Moloch e recusando todo e qualquer tipo de assimilação, personificando com sua maneira de ser, a forma mais odiosa de racismo.

    "O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim (não judeus). É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados.
    Crises econômicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro colocado em circulação. Acumulando grandes capitais privados que são assim subtraídos ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimo desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão se desgarrar por si mesmas ou serem rejeitadas pelo Estado.
    Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais outras, o que os levará a um fim inexorável.
    As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê" (Os Protocolos dos Sábios de Sião).

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